...
Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...
Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...
Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Sol e Sorriso - Soleil et sourire
O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade.
Joseph Addison
le soleil est au fleurs ce que les sourires sont pour l'humanité.
Joseph Addison
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Beleza - Beauté
Nature morte - 40x50 - 2007 - huile sur toile
"Cada coisa possui beleza própria, mas nem todos a podem ver."
"Toute chose possède sa beautée, mais tous ne peuvent pas la voir."
"Cada coisa possui beleza própria, mas nem todos a podem ver."
Confucius
***
"Toute chose possède sa beautée, mais tous ne peuvent pas la voir."
Confucius
domingo, 7 de novembro de 2010
A lenda da Rosa - La legende de la Rose
Parfum de printemps - 3x (90x60) - Oleo sobre tela - 2009
Conta a lenda que a rosa foi criada por Clóris, a Deusa grega das flores, a partir de um corpo sem vida de uma ninfa que encontrou certo dia numa clareira de um bosque.
Clóris pediu ajuda: Afrodite, Deusa do Amor, concedeu á flor a beleza. Diosnísio, Deus do vinho, ofereceu o seu néctar para lhe proporcinar um perfume doce. As Três Graças deram-lhe o encanto, o esplendor e a elegância. Depois Zéfiro, o vento do oeste afastou as nuvens para que Apolo, o Deus Sol pudesse brilhar a fazer florescer a planta.
Desta forma, a Rosa nasceu e foi logo coroada "Rainha das Flores".
La légende raconte que la Rose fut crée par Cloris, Déèsse grecque des fleurs, a partir du corps sans vie d'une nymphe qu'elle trouva un jour dans la clairière d'un bois.
Cloris demanda de l'aide: Afrodite, la Déèsse de l'Amour, lui accorda la beauté. Dionisos, Dieu du vin, offri son nectar afin de lui prortionner un doux parfum. Les Trois Grâces lui donnaîrent le charme, la splendeur et l'élégance. Ensuite Zéfire, le vent de l'ouest, sépara les nuages de son souffle afin qu'Apolon, Dieu Soleil, puisse briller et faire fleurir la plante.
C'est ainsi que naquit la Rose qui fut immediatement couronnée "Reine des Fleurs".
sábado, 30 de outubro de 2010
Poema do despertar - Poème de l'éveil.
Paraíso - 81x100 - 2005 - huile sur toile
Poema do despertar (Fim)
Torna-te ave ao som do vento,
Torna-te árvore entre as árvores,
Torna-te o vento que sussurra nas folhagens,
Torna-te o veado que te observa mas que não tinhas visto,
Torna-te flor,
torna-te ribeira,
Erva,
Musgo....Escuta o canto dos antepassados.
***
Poème de l'éveil (fin)
Deviens oiseau au son du vent,
Deviens arbre parmis les arbres,
Deviens le vent qui bruisse dans les feuillages,
Deviens le cerf qui t'observe et que tu n'avais pas vu,
Deviens fleur,
Deviens ruisseau,
Herbe,
Mousse... Écoute le chant des ancêtres.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
PASSAGEM DAS HORAS
PASSAGEM DAS HORAS
> Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
> Mas tudo ou sobrou ou foi pouco - não sei qual - e eu sofri.
> Vivi todas as emoçoes, todos os pensamentos, todos os gestos,
> E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse
> Amei e odiei como toda a gente,
> Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo,
> E para mim foi sempre a excepção, o choque, a válvula, o espasmo.
> Vem, ó noite, e apaga-me, vem e afoga-me em ti.
> Ó carinhosa do Além, senhora do luto infinito,
> Mágoa externa da Terra, choro silencioso do Mundo.
> Fernando Pessoa
> Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
> Mas tudo ou sobrou ou foi pouco - não sei qual - e eu sofri.
> Vivi todas as emoçoes, todos os pensamentos, todos os gestos,
> E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse
> Amei e odiei como toda a gente,
> Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo,
> E para mim foi sempre a excepção, o choque, a válvula, o espasmo.
> Vem, ó noite, e apaga-me, vem e afoga-me em ti.
> Ó carinhosa do Além, senhora do luto infinito,
> Mágoa externa da Terra, choro silencioso do Mundo.
> Fernando Pessoa
sábado, 23 de outubro de 2010
Poema do despertar - Poème de l'éveil.
Paraíso - 90x60 - 2007 - huile sur toile
Poema do Despertar (parte II)
Se um dia, perderes o teu équilibrio,
Que encontras dúvidas,
procura uma floresta, um tapete de ervas ou de musgo e deita-te;
Feche os olhos,
Esvazia os teus pensamentos,
Respira o odor da terra,
Escuta a vida,
Adapta a tua respiração aos batimentos do teu coração,
Sente todos os recantos do teu corpo,
Relacha um a um todos os músculos e os nervos tensos com o tempo.
***
Poème de l'èveil (partII)
Si un jour, tu as perdu ton équilibre,
Que tu te trouves dans le doute,
Cherche une forêt, un tapis d'herbes ou de mousse et allonges-toi dessus;
Fermes les yeux,
Vides tes pensées,
Respires l'odeur de la terre,
Écoutes la vie,
Adaptes ta respiration aux battement de ton coeur,
Ressens les moindre recoin de ton corps,
Relaches un á un les muscles et les nerfs raidis par le temps.
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