...

Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






domingo, 11 de agosto de 2013

Sol passará por inversão de campo magnético

Apesar de ser um fenômeno normal, que ocorre aproximadamente a cada 11 anos, seus efeitos podem prejudicar as comunicações na Terra

aneis coronais
         
Inversão dos polos magnéticos do Sol: satélites próximos à Terra e sistemas de comunicação podem ser afetados pelo fenômeno (NASA/SDO)
         
Em três ou quatro meses, o Sol passará por um fenômeno que ocorre a cada onze anos: a inversão de seus campos magnéticos. O processo, que coincide com um momento de maior intensidade na atividade solar, poderá afetar satélites e sistemas de comunicação na Terra, enfraquecendo os sinais de transmissão.

"Esta mudança terá repercussões em todo o sistema solar", disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford, em um informe da Nasa, divulgado na última segunda-feira. Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox, na Califórnia (EUA), um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos do Sol. Os equipamentos do local, que observaram o magnetismo polar da estrela desde 1976, registraram outras três inversões.

Esse fenômeno é uma parte regular do ciclo solar. "Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, chegam ao zero, e depois aumentam novamente, com a polaridade oposta", afirma Phil Scherrer, físico solar, também de Stanford.

Essa mudança pode ser explicada pelos processos que ocorrem no interior do Sol, em uma camada denominada zona de convecção, onde o campo magnético é gerado. Luís Eduardo Vieira, pesquisador da divisão de geofísica espacial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), explica que o fenômeno é causado pela movimentação de gás no interior do Sol. "Esse movimento acaba carregando consigo o campo magnético, que fica preso ao gás. Dessa forma, o campo magnético dos polos é 'puxado' para fora, enquanto o campo oposto vai se acumulando, até que ocorra a inversão", explica o pesquisador.

Efeitos – A inversão que deve ocorrer nos próximos meses vai coincidir com um período de maior atividade do Sol, conhecido como máximo solar.  Esse fenômeno faz com que a folha de corrente do sol fique mais ondulada. "Acima do equador do Sol existe um campo magnético com uma polaridade, e abaixo do equador a polaridade é oposta. Então, na região central, é como se existisse uma folha, separando os dois hemisférios", explica Vieira. Ao girar junto com o Sol, essa folha cria ondulações, que são mais acentuadas nos períodos em que a atividade solar é mais intensa.

Ao orbitar ao redor do Sol, a Terra atravessa essas ondas, o que pode criar perturbações nos fenômenos meteorológicos do espaço nas proximidades da Terra. Além disso, o fato de o Sol estar em um período de maior intensidade pode colaborar para que ocorram ejeções de massa coronal, ou seja, bolhas de gás que saem do Sol e se aproximam dos planetas.

Na Terra, o impacto desses dois fenômenos pode afetar satélites e sistemas de comunicação. "A mudança de campo magnético do Sol é uma reestruturação. É como se um ímã fosse virado de cabeça para baixo. Já as bolhas de energia liberadas nessa fase de maior atividade solar têm um maior potencial de influenciar a Terra", explica José-Dias do Nascimento, professor de astrofísica do departamento de física teórica e experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisador visitante na Universidade Harvard, nos EUA.

Segundo o pesquisador, essa grande quantidade de energia proveniente do Sol pode enfraquecer, e às vezes até mesmo impedir, a transmissão de ondas meios de comunicação, principalmente rádio e televisão. "É um fenômeno que vem ocorrendo há algum tempo, mas os instrumentos têm evoluído muito, de forma que a gente tem conseguido prever seu aproximação. Antes éramos pegos de surpresa", afirma Nascimento.

Texto de:
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O cinturão de fotons


  
        Já estamos no Cinturão de Fótons
 
 
Muito se fala de 2012, mas pouco efetivamente se conhece. Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando ânimo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.


O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da Constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.


Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação – localizada a aproximadamente 28 graus de Touro – e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.


A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, Aquário, etc).


Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.


Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.


A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.
 
A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos.Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação. Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.


A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir.


Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando estará totalmente imersa em sua luz. De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.


Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão. Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física. As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.


Humbatz Men, autor de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade Luz". Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.


Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto físicas quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.



Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira. Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.


Esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons. Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos – psicológicos, astrológicos ou corporais – ajuda a liberar as energias bloqueadas. A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.


As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório. Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos,viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.


Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta, para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas. Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico. Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.


Mas afinal… e nós nisso tudo?


Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.


Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta"Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga. Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna,musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.


São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis,além de curar outras já instaladas, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas, antes mesmo de alcançar o corpo físico.


Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.


Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientização da humanidade. Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada. E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica. A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.


Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos. Consciência é Luz. Luz é Informação. Informação é Amor. Amor é Criatividade.



 
Que o Universo se preencha de Luz, Paz e Amor.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Planetas Habitáveis ???????

Via Láctea tem 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra

Número não quer dizer que haja mais planetas habitáveis, mas eleva chances

Vista da Via Láctea
Vista da Via Láctea (Remy Gabalda/AFP)
Há pelo menos 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra na Via Láctea, revela uma estimativa da Nasa, a agência espacial americana, divulgada nesta segunda-feira. O número do levantamento não significa que haja outros planetas habitáveis na galáxia onde está localizada a Terra, mas aumenta a probabilidade de que planetas similares ao nosso sejam encontrados.
Ao menos uma estrela a cada seis da Via Láctea tem um planeta do tamanho da Terra em sua órbita, destacou François Fressin, do Centro de Astrofísica da Universidade Harvard, principal autor da pesquisa, que estima em 100 bilhões o número de estrelas na nossa galáxia. Para ser habitável, um planeta deve estar a uma distância de sua estrela que permita evitar temperaturas extremas e que a água possa existir em estado líquido, algo essencial para a vida.
A nova estimativa surge após a análise de dados obtidos pelo telescópio espacial americano Kepler, lançado em 2009 para buscar planetas fora do nosso sistema solar, ou exoplanetas. Fressin apresentou os resultados na conferência anual da American Astronomical Society, reunida esta semana em Long Beach, Califórnia.
Kepler detecta um exoplaneta quando este passa diante de sua estrela e provoca uma queda de luminosidade no local por onde transita. O telescópio identifica assim exoplanetas potenciais medindo permanentemente as mudanças de luminosidade em mais de 150.000 estrelas situadas nas constelações de Cisne e Lyra.
Durante os 16 primeiros meses de observação, Kepler identificou 2.400 potenciais exoplanetas. Desde então, os cientistas têm tratado de determinar quantos destes sinais correspondem à presença de um exoplaneta.
(Com agência France-Presse)


Artigo encontrado em http://veja.abril.com.br/ciencia

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Apocalipse Maia - O mundo não acaba


O mundo não vai acabar em 2012. Mas o que vem depois?

Os maias não previram o fim do mundo. Segundo a ciência, nenhum planeta errante ou alinhamento cósmico vai acabar com Terra no dia 21 de dezembro. Mesmo assim, a humanidade vive em permanente risco

Guilherme Rosa
Explosão asteroide
Os dinossauros foram extintos por um asteroide gigante que atingiu a Terra há 65 milhões de anos. Seremos os próximos? (Thinkstock)
O planeta Terra existe há 4,6 bilhões de anos. Os primeiros sinais de vida surgiram há 3,8 bilhões, quando bactérias primitivas começaram a se formar a partir de rudimentares moléculas orgânicas. Dali em diante, por meio do processo de seleção natural, surgiram numerosas outras espécies de seres vivos, que transformaram o planeta outrora estéril em uma Terra cheia de vida. Há 200.000 anos, esse longo processo de evolução culminou nos Homo sapiens. Nos milênios seguintes, o homem construiu grandes civilizações por todo o planeta e, com avanço de sua tecnologia, começou até a explorar outros mundos. Para aqueles que acreditam no apocalipse maia, essa rica história tem hora marcada para terminar: no dia 21 de dezembro, próxima sexta-feira.
Segundo os profetas do fim do mundo, algum misterioso cataclismo deverá atingir a Terra nos próximos dias e pôr fim a toda a vida em sua superfície — dos homens às bactérias. Para os cientistas, no entanto, a profecia é uma bobagem. O mundo não acaba no ano 2012. Mas isso não quer dizer que a história do planeta — e da vida nele — vá durar para sempre.
Os profetas do apocalipse maia se baseiam em inscrições realizadas em pedaços de pedra com mais de mil anos, descobertas no século 20 e mal interpretadas desde então. Essas inscrições representariam o calendário usado pelo povo maia, que duraria exatos 5.125 anos e teria fim precisamente no próximo dia 21. Daí para concluir que eles previram o fim do mundo foi um pulo. Um dos primeiros a destacar essa data foi o escritor americano — e teórico da Nova Era — José Argüelles. No livro O Fator Maia, escrito há 25 anos, ele misturou misticismo, astrologia e arqueologia para dizer que os maias previram que 2012 marcaria uma nova era de paz e harmonia na Terra.
A ideia foi ganhando adeptos — principalmente dentro das fileiras do misticismo e da ufologia — e se transformando até que 2012 passasse a representar o fim da espécie humana. Com a proximidade da data, o apocalipse maia virou um fenômeno pop. Foi tema de filmes, revistas, livros, palestras. Segundo uma pesquisa da Ipsos Global Public Affairs, pelo menos 10% das pessoas ao redor do mundo sentem algum tipo de medo ou ansiedade em relação à data. Mas, quando elas acordarem no dia 22 e nada tiver mudado, existe um povo que elas não poderão culpar pelo engano: os próprios maias.
Calendários e ciclos — Em outubro, líderes religiosos maias se reuniram na Guatemala. Eles faziam parte de um grupo chamado Oxlajuj Ajpop, que tem por função defender as tradições de seu povo. Todos se diziam ultrajados com o que estava sendo veiculado sobre as previsões de fim do mundo. "Nós estamos nos pronunciando contra a falsidade, as mentiras e a distorção da verdade, que nos transformam em folclore em busca de lucros. Eles não estão dizendo a verdade sobre os ciclos de tempo", disse Felipe Gomez, líder do Oxlajuj Ajpop à agência France-Presse.
Os maias foram uma civilização avançada que habitou o sul do México e o norte da Guatemala entre os anos 1.800 a.C. e 950 d.C. Eles foram capazes de decifrar e prever o movimento de estrelas e planetas por anos. Pensavam também que pela leitura dos astros poderiam antever como as coisas aconteceriam aqui na Terra. Mesmo assim, nunca previram o fim do mundo.
Acontece que o calendário mencionado pelos que esperam pelo apocalipse é apenas um dentre os muitos que os maias usavam. Ele é o calendário de contagem longa, que estipula grandes unidades de tempo. Nele, cada 20 anos (ou tuns, como eram chamados) formavam um katun. Cada 20 katuns formavam um baktun, sua maior unidade de tempo. Depois de 13 baktuns, ou 5.125 anos, o calendário recomeçava do zero. Segundo as evidências arqueológicas, é esse recomeço que está marcado para o próximo dia 21.
Mas isso não queria dizer muita coisa. Pesquisadores sérios, que se debruçaram sobre as inscrições, dizem que os maias encaravam o fim do calendário como o fim de uma era. Depois de chegar à data final, a contagem de tempo simplesmente recomeçaria – como os ocidentais fazem quando seu calendário chega ao dia 31 de dezembro.
Não existe nenhum texto maia falando sobre o apocalipse propriamente dito. Já foram encontradas inscrições falando sobre eras anteriores e posteriores à atual. O arqueólogo William Saturno, da Universidade de Boston, encontrou no sítio arqueológico de Xultun, na Guatemala, murais maias representando cálculos matemáticos que iam até 7.000 anos no futuro, bem depois do previsto fim do mundo.
Rota de colisão – Na verdade, a apocalipse maia tem mais a dizer sobre a sociedade atual do que sobre os próprios maias. Apesar de continuamente desmentidas por cientistas, as teorias do fim do mundo continuam aparecendo de tempos em tempos, estejam elas registradas em livros, como as profecias de Nostradamus, ou nos hardwares de computadores, como o Bug do Milênio. Os boatos apocalípticos sempre correram mais rápido do que o desmentido científico - e agora contam com a velocidade da internet. Uma simples busca no Google pelos termos maia e fim do mundo retorna 102.000.000 resultados.
Uma das teorias mais populares que surgiram a partir da profecia maia diz respeito a Nibiru, um planeta desconhecido que iria colidir com a Terra no final de 2012. A ideia tem início nos escritos do autor azerbaijano Zecharia Sitchin. A partir de interpretações muito pessoais da mitologia babilônica, ele afirmava que a Terra teria sido colonizada por alienígenas vindo do planeta Nibiru, localizado além de Netuno e com uma órbita elíptica de 3.600 anos em torno do Sol. Apesar de contestado pelos historiadores, que diziam que sua ideia não tinha nenhuma base nos registros da Babilônia, a ideia prosperou, foi adotada por toda sorte de místicos nos anos 1990 e acoplada ao apocalipse maia.
Uma busca no Google pelas palavras Nibiru e 2012 retorna 13.600.000 resultados. A repercussão do boato sobre um planeta invisível em rota de colisão com a Terra atingiu até mesmo os cientistas da Nasa. David Morrison, pesquisador do Instituto de Astrobiologia da Nasa, diz que recebe mais de 20 e-mails por semana perguntando sobre o tema e resolveu responder ao boatos em um texto postado no site da agência. "Para um astrônomo, as declarações persistentes sobre um planeta que está, ao mesmo tempo, próximo e invisível é ridícula", escreveu. Segundo o pesquisador, se o planeta existisse teria sido visto por milhares de astrônomos amadores. Além disso, desde o começo de 2012, o planeta estaria visível para qualquer um que olhasse para o céu. "Ninguém pode esconder um planeta que vai nos atingir em um ano."
Outra teoria usada para explicar o fim do mundo próximo cita um excêntrico alinhamento cósmico que faria, no dia 21, com que a Terra, o Sol e o buraco negro no centro de nossa galáxia ficassem em uma mesma linha reta. Para os profetas, a gravidade decorrente desse processo causaria danos irrecuperáveis ao nosso planeta. Segundo a Nasa, no entanto, esse fenômeno é muito comum e não tem nenhuma consequência gravitacional bizarra. "Isso acontece todo dezembro, sem nenhuma consequência ruim, e não há nenhuma razão para esperar que 2012 será diferente de qualquer outro ano", disse David Morrison, em mais um documento em que a ciência rebate os boatos apocalíticos.
Ciência do fim do mundo — Apesar de baterem de frente com os defensores do apocalipse maia, os cientistas não afirmam que a vida humana vá durar para sempre. Ao contrário, eles sabem que a história dos Homo sapiens, e da civilização que conseguiram construir no terceiro planeta do Sistema Solar, terá de chegar ao fim - em um futuro ainda distante. Daqui a um bilhão de anos, a radiação solar deve aumentar de intensidade a ponto de queimar o que estiver vivo e evaporar toda a água da Terra. Se o homem conseguir bolar algum jeito de sobreviver, em quatro bilhões de anos a Galáxia de Andrômeda deve se chocar com a Via Láctea, causando uma série de colisões estelares. Se a Terra passar incólume, em cinco bilhões de anos o Sol se tornará uma estrela gigante vermelha, e consumirá o planeta em suas chamas.
Mas não é necessário esperar tanto tempo. No passado, extinções em massa já foram causadas pela atividade vulcânica e por mudanças climáticas. Há 65 milhões de anos, o impacto de um asteroide causou a extinção dos dinossauros. Não se sabe quando esses tipos de eventos podem voltar a acontecer. Segundo alguns cálculos, pelo menos 99% das espécies que já habitaram o planeta estão extintas. Até quando a humanidade pode driblar seu destino inescapável?
Com o avanço tecnológico, os prognósticos se tornam, paradoxalmente, menos otimistas. Por 200 milênios, os humanos foram capazes de sobreviver aos desastres naturais, mas agora começaram a criar seus próprios riscos. Foi só no século 20 que eles se tornaram capazes de criar uma tecnologia com potencial de exterminar toda a vida na Terra: a bomba atômica. Em 1947, pesquisadores da Universidade de Chicago criaram o Relógio do Juízo Final, para medir o quanto a humanidade está perto de acabar com sua própria existência. No início, só levavam em conta os perigos da guerra nuclear, mas já adotaram o aquecimento global em seus cálculos. Hoje, o relógio está a cinco minutos da meia-noite.
Segundo o astrofísico inglês Martin Rees, professor da Universidade de Cambridge e autor do livro Hora Final - Alerta de Um Cientista (Companhia das Letras), as chances de a humanidade sobreviver ao século 21 são de apenas 50%. Isso por causa do desenvolvimento de novas tecnologias que podem ter impacto global, como o terrorismo biológico e a nanotecnologia. Em 2008, pesquisadores reunidos na Universidade de Oxford para participar da Conferência de Riscos Catastróficos Globais previram o risco de extinção humana no próximo século como sendo de 19%. O próprio astrônomo inglês Stephen Hawking propôs que a humanidade deve abandonar a Terra e colonizar outros planetas se quiser escapar da extinção.
Correndo contra o tempo — Os cientistas, no entanto, não defendem que fiquemos parados frente a estes prognósticos desastrosos. Duas das mais importantes universidades do mundo já criaram centros dedicados a estudar os riscos que podem pôr fim à vida humana e a pensar, se possível, em modos de preveni-los. Em 2005, a Universidade de Oxford criou o Instituto do Futuro da Humanidade dentro de sua Faculdade de Filosofia. Em 2012, a Universidade de Cambridge uniu pesquisadores da filosofia, cosmologia e do desenvolvimento de softwares para dar início ao Centro para o Estudo do Risco Existencial.
Segundo o filósofo Nick Bostrom, diretor do centro de Oxford, existem diversos tipos de eventos que podem ameaçar a humanidade. Em um dos primeiros estudos do tipo, ele classifica os riscos conforme sua localidade e intensidade. Existem eventos locais e toleráveis, como seria o caso de um intenso apagão que atinja todo o continente americano. É claro que esse tipo de desastre é preocupante e pode levar uma parte da humanidade de volta à era pré-industrial, mas mais perigosos são os eventos globais e terminais. Bostrom chama esse tipo de evento de Risco Existencial, pois levaria à extinção do Homo sapiens.
O filósofo sustenta que os cientistas e governantes devem agir agora em relação a esses riscos, pois, quando acontecerem, não haverá tempo para reação. "Nossa abordagem aos Riscos Existenciais não pode ser a da tentativa e erro. Não existe oportunidade de aprender com o erro", escreve. Já existem diversos projetos nesse sentido. A Nasa mapeia o espaço em busca de todos os grandes asteroides e cometas que ameacem se chocar com a Terra. Pesquisadores se reúnem regularmente para estudar e inventar maneiras de combater o aquecimento global – embora os governos não costumem ajudar. Existem tratados internacionais de não proliferação de armas biológicas e nucleares. Cientistas de todas as partes do planeta fundaram grupos dedicados estudar maneiras seguras de desenvolver a nanotecnologia e a inteligência artificial.
Com tanto em jogo, cada possível cenário catastrófico deve ser analisado, por mais inverossímil que pareça. Em 1983, o astrônomo Carl Sagan escreveu um documento sobre os perigos trazidos pelas bombas nucleares cada vez mais avançadas. Ele comparou o risco de uma guerra nuclear que matasse centenas de milhões de pessoas com o risco de uma guerra que exterminasse toda a humanidade – como parecia cada vez mais provável. "Se formos calibrar a extinção em termos numéricos, temos que incluir o número das pessoas de gerações futuras, que serão impedidas de nascer. A guerra nuclear põe em perigo todos os nossos descendentes, até quando os seres humanos seriam capazes de existir", escreve. Segundo seus cálculos, a extinção representaria a morte de mais de 500 trilhões de pessoas. "A extinção é a ruína de todo o empreendimento humano", conclui Sagan. Hoje, quando os perigos criados pelo homem são maiores e mais numerosos do que a guerra nuclear, o cuidado é ainda mais necessário. Baixar a guarda pode ser fatal

do site de Http://veja.abril.com.br/noticias/ciencia

 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SPLASHHH...........- a laranja



30x40 - óleo sobre tela - huile sur toile


Splashhh ...

Fatia de limão
splahhh...
Festa de Verão
Splashhh...
Gosto de emoção
Splahhh...
Frescura de degustação
Splashhh...

Caroll Lynn

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Lotus - Noite de outono- la nuit d'automne

La nuit d'automne
 
La lune d'automne luit dans l'eau limpide.
Sur le lac du sud, je cueille des fleurs de lotus
Elles se dressent dans leurs blancheurs comme si elles voulaient me parler.
L'homme dans la barque est plongé dans une grande tristesse.
 
Li Po (poète romantique de la dinastie Tang)




Noite de outono
A noite do Outono luze nas águas límpidas.
Sobre o lago do sul, colho flores de lotus
Elas erguem-se na sua brancura como se quisessent falar-me.
O homem no barco está mergulhado numa grande tristeza.
 

Li Po ( poeta romântico da dinastia Tang)


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Os varios reinos no novo mundo


"A vida tal como vocês a vivem não é a vida. A vida real é muito diferente, e a partir do momento que vocês estejam limpos e sejam elevados a uma outra frequência vibratória, poderão começar a perceber o que é verdadeiramente a vida.

Na vida real, não há nenhuma experiência difícil, não há nenhum tormento, nenhum medo. Na vida real, não há nenhuma desarmonia! Na vida real tudo é beleza, harmonia, todos os reinos vivem em perfeita harmonia uns com os outros, mas sobretudo cada reino serve o reino seguinte, quer dizer, o reino mineral dá o melhor de si mesmo para ajudar o reino vegetal, assim como os reinos animal e humano.

De que forma o reino mineral poderá ajudar o reino humano no vosso mundo futuro? Com as extraordinárias propriedades dos minerais! Vocês conhecem-no muito pouco, e infelizmente usam com frequência muito mal tudo o que esse reino vos poderia trazer.

Dentro um tempo agora relativamente curto, os seres que viverão no novo mundo poderão realmente entrar em contacto com o reino mineral. Eles poderão perceber não só a beleza que seus olhos lhes permitirão ver, mas de certa forma eles poderão perceber a alma dos minerais. A palavra "alma" não é bem adequada, porque o mineral não tem alma como um ser humano, mas tem uma energia especial, uma energia de vida; gostaríamos de dizer que nele, como em todas as coisas vivas, há a Centelha Divina.

Vocês vão realmente aprender a conhecer tudo o que o reino mineral vos pode trazer, quer seja uma pedra preciosa, um cristal ou uma rocha, e até mesmo uma pequena pedra, pois é tão importante quanto outro mineral qualquer. Claro que não emana da rocha ou da pedra a mesma energia de um quartzo ou de um diamante. No entanto cada parte do reino mineral tem grandes especificidades e uma grande potência.

Quando vocês entrarem em contato com o reino mineral, estejam certos de que vos serão dadas grandes alegrias, porque de certa forma isso será um contato de energia para energia (não de coração a coração porque esse reino não tem coração), um contato de vibração a vibração. Portanto este reino vai trazer-nos imensas coisas tanto para agradar aos olhos como para a troca profunda que poderá ocorrer entre ele e os outros reinos.

O reino mineral tem muita utilidade para o reino vegetal. Ela permeia o solo de nutrientes de que o mundo vegetal precisa para brilhar, para estar na sua melhor forma; (na verdade, não são nutrientes mas sim energias, a que damos esse nome para vossa compreensão). Neste momento, o reino vegetal cumpre a sua missão em relação aos reinos humanos e animal.

O reino vegetal também tem uma especificidade. Emana de cada flor não apenas um perfume agradável para os seres humanos, mas também muito agradável para o reino animal. Além disso, o reino vegetal alimenta e cura os reinos animal e humano. No dia em que entrarem em comunicação telepática com o reino vegetal, compreenderão a sua imensa utilidade, o seu poder e a sua imensa importância para a vida de um planeta e de tudo o que vive sobre ele.

O reino vegetal traz o equilíbrio entre os vários reinos. Tem uma grande importância, e se amanhã ele não existisse, a vida deixaria de existir também, ou pelo menos seria muito difícil. Como poderiam viver num deserto onde nada cresce? (Nos vossos desertos, é claro, algumas plantas se adaptam, apesar de serem raras, elas conseguem trazer equilíbrio ao reino animal, e por vezes até mesmo ao reino humano que se pode alimentar delas).

Quando vocês estiverem no próximo ciclo, estarão muito mais em relação telepática, vibratória, e até "emocional", não no emocional como vivem os humanos, mas no sentir da vibração Amor que emanará dos reinos mineral e vegetal.

Estes dois reinos têm, por isso, uma grande utilidade ao equilíbrio da vida.

Vamos agora falar do reino animal.

É um reino que vocês não conhecem bem! Não imaginam até que ponto pode have rnele inteligência e Amor. Muitas vezes, os seres humanos dizem que os animais não têm alma. Nós dizemos: os animais têm uma alma!

Mesmo que essa alma seja diferente da vossa a nível da criação, da inteligência, cada animal tem uma alma, uma pequena parte de energia inteligente que regista imensas coisas, situações, elementos afetivos e memórias, porque os animais têm memória. Um animal tem imenso Amor, mas muitas vezes vocês não conseguem perceber ou sentir o Amor que ele vos pode dar. Vocês consideraram sempre um animal como um simples animal, mas nós dizemos que os animais são como vossos irmãozinhos. Todo o Amor que vocês puderem dar a este reino permitirá que ele progrida mais rápido, que fortaleça a pequena célula de energia, na qual todas as suas experiências se imprimem e que vocês podem considerar como o início de uma alma.

Todo o Amor que vocês puderem dar aos animais será devolvido à alma grupo de cada espécie, e às vezes mais além disso, porque um animal não poderá fundir-se na alma grupo se desenvolveu essa pequena célula de energia o suficiente, se a impregnou o suficiente, se imprimiu nela o Amor e da beleza e toda a memória que existe no reino animal. Se assim não for, ele não irá passar de alma grupo.

O seu próximo ciclo será o da alma humana. "A alma" do animal, portanto, irá para um plano onde será preparada para investir num corpo material. Obviamente, do reino animal para um corpo humano material e para a alma humana, há uma preparação nos mundos não-físicos, nos mundos invisíveis do espírito, para reforçar essa pequena alma de modo que, quando tomar um corpo físico, não fique demasiado perturbada.

Isso só poderá acontecer se o animal, seja qual for a sua espécie, tiver recebido grande Amor do reino humano. Se assim não for, ele irá misturar-se na alma grupo até que ela seja forte o suficiente para ter uma alma e um corpo humano.

Em breve, no próximo ciclo, os homens corresponderão permanentemente e telepaticamente com o reino animal. Nessa altura, os animais serão realmente considerados como irmãos dos homens.

A telepatia, ou seja, a capacidade de comunicar por pensamento, é algo que existe em todo o universo. Neste momento, só neste mundo a telepatia está adormecida. Imaginem simplesmente que vocês vieram a uma escola extremamente difícil, que se pode assemelhar a uma prisão em comparação com o que vos espera e que vocês deixaram, porque muitos de vocês se ofereceram voluntariamente para encarnar neste final de ciclo para viverem a transição, principalmente para viverem a energia desta transição.

A Terra seguinte verá a perfeita harmonia entre os reinos. O reino animal que voltar a este mundo será constituído por almas animais que conheceram o Amor e que escolheram viver neste reino, porque ele também traz evolução; aliás, todos os reinos trazem evolução.

A alma humana não poderá, por prazer, assumir uma forma animal, mas no mundo futuro uma alma humana poderá entrar em simbiose, em unidade perfeita com um animal para poder viver o que vive e sentir o que ele sente. Por seu turno, o animal sentirá um pouco o que corresponde ao homem, e poderá também sentir as "emoções" e as alegrias do homem. No novo mundo, a relação entre os vários reinos será totalmente diferente do que é atualmente.

Entretanto vocês já se deram conta que aqueles a que chamam animais estão a tornar-se cada vez mais inteligentes. Vocês percebem que eles vos entendem. Os vossos animais de estimação olham-vos com grande Amor.

Se vocês se dirigirem, sem qualquer medo, aos animais que chamamos "livres" e que vocês chamam "selvagens", eles poderão sentir igualmente Amor por vocês, como vocês podem sentir Amor por eles. Os animais livres, as feras por exemplo, sentem o medo que os homens têm deles. Pela lei da ressonância, esse medo desenvolve neles uma espécie de agressividade e, nessa altura eles podem tornar-se perigosos para os seres humanos.

No novo mundo que vos espera e que está preparado para vocês em outro plano, tudo será diferente, por isso devem preparar-se para essa diferença. Devo dizer-vos que tudo o que pertence à terceira dimensão permanecerá na terceira dimensão. Vocês não levarão convosco nenhuma preocupação, nenhuma tristeza, nenhum sofrimento, nem sequer levarão as vossas recordações, sobretudo as dolorosas.

Por outro lado vocês podem, como num grande livro, percorrer as porções de vidas que viveram, porque tudo fica impregnado na vossa alma: o menor pensamento, o menor sofrimento, assim como todas as grandes alegrias. Poderíamos dizer que estão impregnadas nas vossas células humanas, mas isso não terá importância nenhuma porque elas ficarão na terceira dimensão.

Para estarem bem preparados para integrarem este novo mundo, é preciso que cortem o mais possível com tudo o que podem ter sido sofrimentos, medos, tristeza, desde que assumiram um corpo humano, desde a mais tenra infância até à idade que vocês têm atualmente.

Para saberem se a limpeza foi bem feita, vocês devem-se projetar no vosso passado e ver se há ainda há sofrimento relativamente a esta ou àquela circunstância, ver se a impregnação não é demasiado forte, se ainda há medos, tristeza, e então pedirem à vossa Divindade, ao vosso Ser Divino, que consuma tudo isso com a sua Luz e o seu Amor.

Recomendamo-vos que façam este exercício tantas vezes quanto possível, mesmo que tenham a impressão de que tudo está limpo, que tudo está claro em vocês, porque o vosso ego e o vosso mental, por vezes esconde-vos as realidades. Pedimo-vos que se preparem, que se elevem ao nível da consciência e que se preparem realmente para o mundo que vos espera, o mundo que cada um de vocês espera com toda a sua força. "


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