...

Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Inicio, auge et queda das civilizações


"Em cada planeta, a vida está em relação com os grandes ciclos de vida que correspondem ao percurso do sistema solar e da Mãe Terra, assim como da sua extraordinária viagem na vossa Galáxia."

Nesta época, a vossa civilização, a vossa Mãe Terra e o vosso sistema solar terminam um grande ciclo. Vocês conhecem este ciclo de 26.920 anos que encontram nas tradições e em muitos escritos que explicam os ciclos planetários e do sistema solar.

A cada ciclo de 26.920 anos há sempre um início de civilização com uma compreensão diferente (às vezes, o começo é um pouco difícil). Depois, existe o auge e a seguir a queda dessas civilizações.

Porquê três períodos em cada ciclo? Porquê um começo, a subida para o auge e de seguida o declínio?

Estes ciclos correspondem ao percurso que as almas devem fazer na sua encarnação. É claro que, no percurso de uma alma, existem mil e uma possibilidades, mil e um corpos que lhe permitem experimentar a vida neste mundo, noutros mundos e fora dos mundos da matéria.

Então porquê certas civilizações que chegaram ao auge foram, de certa forma, "obrigadas" a viver um declínio? Na verdade, não existe obrigação real, mas os seres humanos que encarnam neste mundo têm diferentes níveis de consciência (actualmente existem grandes diferenças entre os níveis de consciência dos seres humanos). Isso cria importantes desfasamentos e automaticamente a dualidade, mal-entendidos, guerras, e finalmente, o poder tomando sempre o controle da civilização, há uma queda inevitável. Esta queda não diz respeito, no entanto, a todos os seres que vivem numa civilização em declínio. Na verdade não há queda, há uma mudança permanente de consciência, de veículo de manifestação, de densidade e de nível de vibração, etc.

De momento, vocês vivem coisas absolutamente extraordinárias, muito mais extraordinárias que durante o período anterior (há 26.920 anos), porque no período em que vocês vivem, vocês vão realmente viver não apenas uma mudança de ciclo, mas também uma mudança vibratória excepcional. Vocês vão mudar de dimensão, enquanto nos ciclos anteriores em que a terra e o sistema solar viveram, não houve mudança de dimensão, houve simplesmente mudanças de ciclo que se repetem regularmente.

A diferença é que tudo vai subir mais um patamar muito importante, porque faz parte da programação do vosso mundo, da programação do vosso sistema solar, da programação do vosso sol e além mais.

As almas encarnam neste mundo desde há milhões de anos, mas cada período corresponde as experiências que essas almas vão ter de viver.

Actualmente, vocês estão muito diferentes dos seres que viveram na Hiperbórea, no continente Mu, na Atlântida, etc. Alguns daqueles que viveram durante esses períodos eram muito mais etéreos do que vocês, sobretudo aqueles que tinham o conhecimento, como os filhos da Lei de Um na Atlântida e também aqueles que estavam realmente na consciência superior, na consciência espiritual e que viveram noutros períodos e noutros continentes.

Esses seres tinham um corpo sem formas generosas, muito delgados e maiores, com uma densidade menor em relação à vossa. A cabeça era grande e alongada para trás. O cérebro era considerável, menos comprimido na caixa craniana que o vosso. Todas as glândulas do corpo funcionavam perfeitamente, o que não é o caso dos seres humanos de hoje.

O que o ser humano actual é, provem de uma degeneração pelo facto de os homens não estarem mais conectados com a sua própria divindade e sua alma.

Tudo está programado! Vocês não podem imaginar até que ponto tudo o que é vida está programado, quer seja na vossa Terra, noutros planetas ou mesmo o vosso sol !

Vocês têm a capacidade de evoluir ao vosso próprio ritmo, e aqueles que compreenderam, têm um livre arbítrio relativamente restrito. Nada é imposto a respeito da vossa própria evolução e do ritmo que vocês querem adoptar para conseguirem realmente sair da vossa densidade e das vossas experiências na terceira dimensão.

Voltando aos ciclos planetários. Na época actual, a vossa Terra e o vosso sistema solar encontram-se no mesmo lugar onde estavam há 26920 anos atrás, sitio onde vão entrar numas energias consideráveis que permitirão uma maior evolução para a consciência humana e toda a vida na Terra. A evolução será maior, o desenvolvimento da consciência dos seres humanos será mais importante.

Este ciclo, ao contrário do último, irá impulsionar-vos para uma dimensão mais elevada, para a quinta, e até mesmo para a sexta, para alguns de vocês.

Na sexta dimensão a vossa densidade será completamente diferente da actual, e até a da quinta dimensão. Vocês serão Seres que poderão parecer "inconsistentes", muito mais transparente.

Em fim de programa, muitas coisas são colocadas no lugar. Colocadas por quem? Por seres humanos? Não! Vocês têm a impressão que são os donos do jogo, que dominam o vosso planeta, que podem fazer tudo sobre ele e nele, mas no fundo o vosso poder é ínfimo.

Aqueles que programaram a vida neste mundo com todas as experiências que devem viver as almas, também programaram a "recuperação", a reestruturação de tudo o que foi sujo, danificado. A degradação existe nos vossos mares e sobre a terra, mas pode ser facilmente "reparada". "Isto terá lugar no final do programa estabelecido para a elevação das almas e das consciências neste mundo".

Pode reproduzir este texto e dar cópias sob as seguintes condições:
· Que não seja cortado
· Que não haja nenhuma alteração de conteúdo
· Que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
Que o nome de Monique Mathieu seja mencionado

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A ter em conta.....

Civilizações

Fim do império maia foi soma de mudanças climáticas, desmatamento e colapso do comércio

Segundo estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram

Ruínas de Chichén Itzá na cidade arqueológica maia, no estado mexicano de Yucatán
Ruínas de Chichén Itzá, no México. Novo estudo afirma que colapso do império foi causado por soma de fatores. (Divulgação)
Há cerca de 1.300 anos, o império maia começou a entrar em colapso. Três séculos depois, veio o fim. Sobraram apenas enormes pirâmides e templos para atestar sua existência.
A decadência da civilização é um dos grandes mistérios da arqueologia. As teorias mais divulgadas apontam que mudanças climáticas, que provocaram secas devastadoras, foram responsáveis pelo desaparecimento da civilização.

Saiba mais

IMPÉRIO MAIA
O império maia, localizado onde hoje ficam a Guatemala, Honduras e o México, chegou ao auge no século 6 d.C. Sua população construiu templos, cidades e enormes pirâmides. Por volta do ano 900 d.C., o império entrou em colapso, após enfrentar um período de declínio que durou quase dois séculos. Cidades e vastas áreas foram abandonadas pela população. Os arqueólogos especulam se o declínio da civilização foi provocado por secas, desmatamento, guerras, doenças, colapso do comércio ou uma soma de todos esses fatores. (Fonte: Nasa)
Agora, um novo estudo, publicado nesta terça-feira no periódico científico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), afirma que não foi apenas a seca que desempenhou papel chave na destruição. Alterações humanas no ecossistema, como o desmatamento, e a decadência de rotas comerciais também foram fundamentais para o colapso.
"Este estresse ambiental foi complementado por uma mudança no comércio de toda a península, o que reduziu a economia e o poder da elite dominante para manter a infraestrutura dos meios de subsistência", disse B. L. Turner Turner, um cientista Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos (EUA) e um dos autores do estudo ao lado de Jeremy A. Sabloff, presidente do Instituto Santa Fé, um centro que estuda as relações do homem com a natureza. .
Segundo Turner, essa decadência, somada à decisão de abandonar as terras baixas do império, em vez de manter o investimento, acelerou o colapso.
Os autores dizem que essa teoria reconhece o papel das mudanças climáticas e aquelas provocadas pelo homem, mas também reconhece o papel do comércio e das decisões tomadas pelos maias.
Segundo o estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram. "A única maneira de explicar essa variação é adotar uma visão complexa do sistema", diz o artigo.
Os cientistas afirma que o caso dos maias é um incentivo para o uso de analogias paleo-históricas para entender as atuais mudanças ambientais


texto visto no site http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia
 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

FW: A confirmação do que já sabíamos





Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade

Marco Túlio Pires
Epilepsia: especialistas estimam que 2% da população brasileira tenha a doença
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas (Thinkstock)
O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Divulgação
Philip Low
Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito? Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência? Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.




 



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ociosidade sagrada

                                         Ociosidade Sagrada - 100x60 - oloeo sobre tela - 2010


O trabalho nem sempre é exigido aõ homem
Há algo que se chama Ociosidade sagrada,
Que é, hoje em dia,
Terrivelmente negligenciado.


Geoge Mc Donald (1824-1905)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PAZ





154 – As ilhas (a-b) – 2 de 60x100 – 2010 – óleo sobre tela
 
Sobre os cumes de todas as montanhas,
Há paz.
Sobre o topo de todas as arvores,
Percebe-se, vago,
Um sopro.
As avezitas da floresta estão silenciosas.
Espera: em breve, também tu terás paz.
Goethe (1749 -1832)



 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Olha bem!


Olha Bem

Olha bem para este dia ! pois é a vida,
A verdadeira vida da vida.
É breve, pois contem toda a variedade e realidade da existência:
A bênção do crescimento, a gloria da acção
O esplendor do belo
Pois o ontem é já sonho
E amanha apenas visão,
Mas hoje,bem vivido
Faz de todo o ontem um sonho de felicidade
E de cada manha uma visão de esperança. olha bem, por isso, para este dia
Tal é a saudação da manha.

(Sanscrito)

Olhares - 50x70 - 2009 - oleo sobre tela


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Transformar o mundo

"Se você quer transformar o mundo,
mexa primeiro em sur interior "

Dalai Lama