...

Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O Natal

 
"Gostaríamos dizer-vos uma palavra sobre a festa terrena a que chamam de Natal. Irão viver em breve este momento, pedimos por conseguinte, que o vivam, este ano em particular, de maneira um pouco diferente.
 
Evidentemente, é a festa das trocas, é a festa das prendas, mas muitas vezes esta festa não traz nada. Uma prenda oferecida é rapidamente esquecida. Tentem fazer de maneira que esta festa de natal seja verdadeiramente a festa do Amor, a festa da oferenda vinda do coração, a festa da fraternidade.
 
Nas vossas relações, esqueçam todas as brigas, todos os malentendidos, todas as dualidades que possam ter; tentem conceber que neste preciso momento, na altura do nascimento de Aquele que foi Jesus, um grande Amor deve unir-vos, seja nas vossas famílias, seja nas vossas relações ou nos vossos grupos. Esse Amor deve realmente unir-vos.
 
Podem projectar, resplandecer esse Amor, ainda que sejam só dois a festejar. Mesmo se estiverem sozinhos, podem igualmente projectar esse Amor! O Amor não necessita necessariamente ser difundido por muitas pessoas para ser eficaz!
 
Tenham simplesmente um pensamento de Amor, um pensamento que venha do coração e não da mente. Tenham consciência de que nesse dia - que seja crente ou não - um Ser extraordinário veio a luz neste mundo e que este Ser veio trazer-nos e ensinar-nos o Amor. Tenham consciência que Ele semeou em cada um de vós sementes que começam verdadeiramente a dar frutos.
 
Não é uma vez ou duas no ano que deveríam reunir-se na alegria, na paz e no Amor, não é só uma vez no ano que deveríam dizer aos vossos entes queridos o quanto os amam! É com frequência que o deveríam fazer!
 
Vocês, seres humanos, são uns "deficientes do Amor"! Não ousam porque pensam: "isso não se faz". Existe demasiado pudor, constrangimento, educação!
 
Não sejam mais uns deficientes do Amor! Deixem o vosso coração falar alto, abram-no e ofereçam-no! Em vez de oferecerem prendas, ofereçam o vosso Amor!
 
Podem oferecê-lo a alguém que cruzam na rua, podem oferecê-lo através de um sorriso, simplesmente dizendo mentalmente: "ofereço-te a maior prenda que poça dar, oferceço-te o meu Amor sincero!"

  Se o fizerem com o coração, com sinceridade, estejam certos de que a pessoa receberá a mensagem e que será a mais bela prenda que lhe possam oferecer.
 
Aprendam a oferecer o que existe de mais belo em vocês, pois todas as futilidades da vossa civilização só trazem insatisfação, enquanto o Amor traz sempre uma grande satisfação; o Amor alimenta, o Amor edifica, o Amor transforma, portanto, como acabamos de dizer: não sejam uns deficientes do Amor! Atrevam-se! Ousem pensá-lo! Ousem exprimi-lo! Apesar de ser difícil exprimi-lo, façam-no!
 
O Amor não se exprime necessariamente nas palavras que pronunciam. Podem fazer um simples elogio, dar um lindo sorriso ao desconhecido que cruzam e pensar mentalmente que lhe oferecem todo o vosso Amor.
 
Existem mil e uma maneiras de oferecer esse Amor, porém se o verbalizarem, terá de uma certa forma ainda mais força, porque ousarão verbalizá-lo e que a palavra enfatiza ainda mais a energia Amor sobre aquele a quem for destinada.
 
O Amor aprende-se a cada dia, o Amor jamais se calcula, o Amor oferece-se com toda a liberdade.
Acima de tudo, não tenham medo de amar demais! Quanto mais amarem, mais projetarão o Amor ao vosso redor, mais a vossa parte Divina manifestar-se-á, pois a missão dela é amar, tal como a Fonte só pode criar através do Amor. Evidentemente, é um Amor diferente do que conhecem, é bilhões de vezes mais poderoso, apesar de não ser possível estabelecer comparações.
 
Enquanto se alegrarem neste final de ano, tenham igualmente um pensamento de Amor para nós, os vossos irmãos de Luz, que vos acompanham, protegem, e para os vossos irmãos galácticos, que neste momento, ativam-se de maneira considerável (terão provas disso em breve).
 
Tenham um vasto pensamento para os vossos irmãos humanos que ainda estão no sofrimento e no desespero. Que neste final de ano, vocês possam dar o máximo de vocês aos outros e a si próprios, e tenham a certeza de que se projetarem esse imenso Amor sobre os que vos rodeiam, acompanhar-vos-emos nessas projeções, ajudar-vos-emos para que esse Amor seja mais poderoso e promissor que aquele que projetam a sós.
 
Tenham a certeza de que cada um de vós está constantemente acompanhado pelos seus guias e também pelos Seres de Luz que velam pela vossa transformação, que vos protegem, que vos poupam de armadilhas nas quais poderiam cair.
 
A partir do momento que têm consciência de que não estão mais sozinhos neste caminho, a vossa ascensão e evolução far-se-ão de maneira mais fácil."

Pode reproduzir o texto seguinte e dar cópia dele sob a seguinte condição:
  • que não seja cortado
  • que o seu conteúdo não seja modificado
  • que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
  • que o nome de Monique Mathieu seja mencionado

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Boas Festas


Feliz Natal e um bom Ano novo Cheio de Amor, Luz, Harmonia,Alegria, Paz e Fraternidade.

Que o vosso caminho seja sempre iluminado pela Luz Divina.


 

domingo, 11 de agosto de 2013

Sol passará por inversão de campo magnético

Apesar de ser um fenômeno normal, que ocorre aproximadamente a cada 11 anos, seus efeitos podem prejudicar as comunicações na Terra

aneis coronais
         
Inversão dos polos magnéticos do Sol: satélites próximos à Terra e sistemas de comunicação podem ser afetados pelo fenômeno (NASA/SDO)
         
Em três ou quatro meses, o Sol passará por um fenômeno que ocorre a cada onze anos: a inversão de seus campos magnéticos. O processo, que coincide com um momento de maior intensidade na atividade solar, poderá afetar satélites e sistemas de comunicação na Terra, enfraquecendo os sinais de transmissão.

"Esta mudança terá repercussões em todo o sistema solar", disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford, em um informe da Nasa, divulgado na última segunda-feira. Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox, na Califórnia (EUA), um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos do Sol. Os equipamentos do local, que observaram o magnetismo polar da estrela desde 1976, registraram outras três inversões.

Esse fenômeno é uma parte regular do ciclo solar. "Os campos magnéticos polares do Sol enfraquecem, chegam ao zero, e depois aumentam novamente, com a polaridade oposta", afirma Phil Scherrer, físico solar, também de Stanford.

Essa mudança pode ser explicada pelos processos que ocorrem no interior do Sol, em uma camada denominada zona de convecção, onde o campo magnético é gerado. Luís Eduardo Vieira, pesquisador da divisão de geofísica espacial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), explica que o fenômeno é causado pela movimentação de gás no interior do Sol. "Esse movimento acaba carregando consigo o campo magnético, que fica preso ao gás. Dessa forma, o campo magnético dos polos é 'puxado' para fora, enquanto o campo oposto vai se acumulando, até que ocorra a inversão", explica o pesquisador.

Efeitos – A inversão que deve ocorrer nos próximos meses vai coincidir com um período de maior atividade do Sol, conhecido como máximo solar.  Esse fenômeno faz com que a folha de corrente do sol fique mais ondulada. "Acima do equador do Sol existe um campo magnético com uma polaridade, e abaixo do equador a polaridade é oposta. Então, na região central, é como se existisse uma folha, separando os dois hemisférios", explica Vieira. Ao girar junto com o Sol, essa folha cria ondulações, que são mais acentuadas nos períodos em que a atividade solar é mais intensa.

Ao orbitar ao redor do Sol, a Terra atravessa essas ondas, o que pode criar perturbações nos fenômenos meteorológicos do espaço nas proximidades da Terra. Além disso, o fato de o Sol estar em um período de maior intensidade pode colaborar para que ocorram ejeções de massa coronal, ou seja, bolhas de gás que saem do Sol e se aproximam dos planetas.

Na Terra, o impacto desses dois fenômenos pode afetar satélites e sistemas de comunicação. "A mudança de campo magnético do Sol é uma reestruturação. É como se um ímã fosse virado de cabeça para baixo. Já as bolhas de energia liberadas nessa fase de maior atividade solar têm um maior potencial de influenciar a Terra", explica José-Dias do Nascimento, professor de astrofísica do departamento de física teórica e experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisador visitante na Universidade Harvard, nos EUA.

Segundo o pesquisador, essa grande quantidade de energia proveniente do Sol pode enfraquecer, e às vezes até mesmo impedir, a transmissão de ondas meios de comunicação, principalmente rádio e televisão. "É um fenômeno que vem ocorrendo há algum tempo, mas os instrumentos têm evoluído muito, de forma que a gente tem conseguido prever seu aproximação. Antes éramos pegos de surpresa", afirma Nascimento.

Texto de:
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O cinturão de fotons


  
        Já estamos no Cinturão de Fótons
 
 
Muito se fala de 2012, mas pouco efetivamente se conhece. Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando ânimo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.


O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da Constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.


Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação – localizada a aproximadamente 28 graus de Touro – e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.


A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, Aquário, etc).


Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.


Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.


A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.
 
A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos.Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação. Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.


A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir.


Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando estará totalmente imersa em sua luz. De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.


Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão. Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física. As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.


Humbatz Men, autor de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade Luz". Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.


Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto físicas quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.



Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira. Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.


Esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons. Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos – psicológicos, astrológicos ou corporais – ajuda a liberar as energias bloqueadas. A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.


As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório. Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos,viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.


Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta, para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas. Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico. Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.


Mas afinal… e nós nisso tudo?


Nós somos os mais beneficiados com tudo isso. Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nesta difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.


Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta"Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga. Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz. Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna,musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.


São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis,além de curar outras já instaladas, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas, antes mesmo de alcançar o corpo físico.


Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.


Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientização da humanidade. Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada. E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica. A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.


Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos. Consciência é Luz. Luz é Informação. Informação é Amor. Amor é Criatividade.



 
Que o Universo se preencha de Luz, Paz e Amor.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Planetas Habitáveis ???????

Via Láctea tem 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra

Número não quer dizer que haja mais planetas habitáveis, mas eleva chances

Vista da Via Láctea
Vista da Via Láctea (Remy Gabalda/AFP)
Há pelo menos 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra na Via Láctea, revela uma estimativa da Nasa, a agência espacial americana, divulgada nesta segunda-feira. O número do levantamento não significa que haja outros planetas habitáveis na galáxia onde está localizada a Terra, mas aumenta a probabilidade de que planetas similares ao nosso sejam encontrados.
Ao menos uma estrela a cada seis da Via Láctea tem um planeta do tamanho da Terra em sua órbita, destacou François Fressin, do Centro de Astrofísica da Universidade Harvard, principal autor da pesquisa, que estima em 100 bilhões o número de estrelas na nossa galáxia. Para ser habitável, um planeta deve estar a uma distância de sua estrela que permita evitar temperaturas extremas e que a água possa existir em estado líquido, algo essencial para a vida.
A nova estimativa surge após a análise de dados obtidos pelo telescópio espacial americano Kepler, lançado em 2009 para buscar planetas fora do nosso sistema solar, ou exoplanetas. Fressin apresentou os resultados na conferência anual da American Astronomical Society, reunida esta semana em Long Beach, Califórnia.
Kepler detecta um exoplaneta quando este passa diante de sua estrela e provoca uma queda de luminosidade no local por onde transita. O telescópio identifica assim exoplanetas potenciais medindo permanentemente as mudanças de luminosidade em mais de 150.000 estrelas situadas nas constelações de Cisne e Lyra.
Durante os 16 primeiros meses de observação, Kepler identificou 2.400 potenciais exoplanetas. Desde então, os cientistas têm tratado de determinar quantos destes sinais correspondem à presença de um exoplaneta.
(Com agência France-Presse)


Artigo encontrado em http://veja.abril.com.br/ciencia