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Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A ter em conta.....

Civilizações

Fim do império maia foi soma de mudanças climáticas, desmatamento e colapso do comércio

Segundo estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram

Ruínas de Chichén Itzá na cidade arqueológica maia, no estado mexicano de Yucatán
Ruínas de Chichén Itzá, no México. Novo estudo afirma que colapso do império foi causado por soma de fatores. (Divulgação)
Há cerca de 1.300 anos, o império maia começou a entrar em colapso. Três séculos depois, veio o fim. Sobraram apenas enormes pirâmides e templos para atestar sua existência.
A decadência da civilização é um dos grandes mistérios da arqueologia. As teorias mais divulgadas apontam que mudanças climáticas, que provocaram secas devastadoras, foram responsáveis pelo desaparecimento da civilização.

Saiba mais

IMPÉRIO MAIA
O império maia, localizado onde hoje ficam a Guatemala, Honduras e o México, chegou ao auge no século 6 d.C. Sua população construiu templos, cidades e enormes pirâmides. Por volta do ano 900 d.C., o império entrou em colapso, após enfrentar um período de declínio que durou quase dois séculos. Cidades e vastas áreas foram abandonadas pela população. Os arqueólogos especulam se o declínio da civilização foi provocado por secas, desmatamento, guerras, doenças, colapso do comércio ou uma soma de todos esses fatores. (Fonte: Nasa)
Agora, um novo estudo, publicado nesta terça-feira no periódico científico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), afirma que não foi apenas a seca que desempenhou papel chave na destruição. Alterações humanas no ecossistema, como o desmatamento, e a decadência de rotas comerciais também foram fundamentais para o colapso.
"Este estresse ambiental foi complementado por uma mudança no comércio de toda a península, o que reduziu a economia e o poder da elite dominante para manter a infraestrutura dos meios de subsistência", disse B. L. Turner Turner, um cientista Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos (EUA) e um dos autores do estudo ao lado de Jeremy A. Sabloff, presidente do Instituto Santa Fé, um centro que estuda as relações do homem com a natureza. .
Segundo Turner, essa decadência, somada à decisão de abandonar as terras baixas do império, em vez de manter o investimento, acelerou o colapso.
Os autores dizem que essa teoria reconhece o papel das mudanças climáticas e aquelas provocadas pelo homem, mas também reconhece o papel do comércio e das decisões tomadas pelos maias.
Segundo o estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram. "A única maneira de explicar essa variação é adotar uma visão complexa do sistema", diz o artigo.
Os cientistas afirma que o caso dos maias é um incentivo para o uso de analogias paleo-históricas para entender as atuais mudanças ambientais


texto visto no site http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia