...

Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Apocalipse Maia - O mundo não acaba


O mundo não vai acabar em 2012. Mas o que vem depois?

Os maias não previram o fim do mundo. Segundo a ciência, nenhum planeta errante ou alinhamento cósmico vai acabar com Terra no dia 21 de dezembro. Mesmo assim, a humanidade vive em permanente risco

Guilherme Rosa
Explosão asteroide
Os dinossauros foram extintos por um asteroide gigante que atingiu a Terra há 65 milhões de anos. Seremos os próximos? (Thinkstock)
O planeta Terra existe há 4,6 bilhões de anos. Os primeiros sinais de vida surgiram há 3,8 bilhões, quando bactérias primitivas começaram a se formar a partir de rudimentares moléculas orgânicas. Dali em diante, por meio do processo de seleção natural, surgiram numerosas outras espécies de seres vivos, que transformaram o planeta outrora estéril em uma Terra cheia de vida. Há 200.000 anos, esse longo processo de evolução culminou nos Homo sapiens. Nos milênios seguintes, o homem construiu grandes civilizações por todo o planeta e, com avanço de sua tecnologia, começou até a explorar outros mundos. Para aqueles que acreditam no apocalipse maia, essa rica história tem hora marcada para terminar: no dia 21 de dezembro, próxima sexta-feira.
Segundo os profetas do fim do mundo, algum misterioso cataclismo deverá atingir a Terra nos próximos dias e pôr fim a toda a vida em sua superfície — dos homens às bactérias. Para os cientistas, no entanto, a profecia é uma bobagem. O mundo não acaba no ano 2012. Mas isso não quer dizer que a história do planeta — e da vida nele — vá durar para sempre.
Os profetas do apocalipse maia se baseiam em inscrições realizadas em pedaços de pedra com mais de mil anos, descobertas no século 20 e mal interpretadas desde então. Essas inscrições representariam o calendário usado pelo povo maia, que duraria exatos 5.125 anos e teria fim precisamente no próximo dia 21. Daí para concluir que eles previram o fim do mundo foi um pulo. Um dos primeiros a destacar essa data foi o escritor americano — e teórico da Nova Era — José Argüelles. No livro O Fator Maia, escrito há 25 anos, ele misturou misticismo, astrologia e arqueologia para dizer que os maias previram que 2012 marcaria uma nova era de paz e harmonia na Terra.
A ideia foi ganhando adeptos — principalmente dentro das fileiras do misticismo e da ufologia — e se transformando até que 2012 passasse a representar o fim da espécie humana. Com a proximidade da data, o apocalipse maia virou um fenômeno pop. Foi tema de filmes, revistas, livros, palestras. Segundo uma pesquisa da Ipsos Global Public Affairs, pelo menos 10% das pessoas ao redor do mundo sentem algum tipo de medo ou ansiedade em relação à data. Mas, quando elas acordarem no dia 22 e nada tiver mudado, existe um povo que elas não poderão culpar pelo engano: os próprios maias.
Calendários e ciclos — Em outubro, líderes religiosos maias se reuniram na Guatemala. Eles faziam parte de um grupo chamado Oxlajuj Ajpop, que tem por função defender as tradições de seu povo. Todos se diziam ultrajados com o que estava sendo veiculado sobre as previsões de fim do mundo. "Nós estamos nos pronunciando contra a falsidade, as mentiras e a distorção da verdade, que nos transformam em folclore em busca de lucros. Eles não estão dizendo a verdade sobre os ciclos de tempo", disse Felipe Gomez, líder do Oxlajuj Ajpop à agência France-Presse.
Os maias foram uma civilização avançada que habitou o sul do México e o norte da Guatemala entre os anos 1.800 a.C. e 950 d.C. Eles foram capazes de decifrar e prever o movimento de estrelas e planetas por anos. Pensavam também que pela leitura dos astros poderiam antever como as coisas aconteceriam aqui na Terra. Mesmo assim, nunca previram o fim do mundo.
Acontece que o calendário mencionado pelos que esperam pelo apocalipse é apenas um dentre os muitos que os maias usavam. Ele é o calendário de contagem longa, que estipula grandes unidades de tempo. Nele, cada 20 anos (ou tuns, como eram chamados) formavam um katun. Cada 20 katuns formavam um baktun, sua maior unidade de tempo. Depois de 13 baktuns, ou 5.125 anos, o calendário recomeçava do zero. Segundo as evidências arqueológicas, é esse recomeço que está marcado para o próximo dia 21.
Mas isso não queria dizer muita coisa. Pesquisadores sérios, que se debruçaram sobre as inscrições, dizem que os maias encaravam o fim do calendário como o fim de uma era. Depois de chegar à data final, a contagem de tempo simplesmente recomeçaria – como os ocidentais fazem quando seu calendário chega ao dia 31 de dezembro.
Não existe nenhum texto maia falando sobre o apocalipse propriamente dito. Já foram encontradas inscrições falando sobre eras anteriores e posteriores à atual. O arqueólogo William Saturno, da Universidade de Boston, encontrou no sítio arqueológico de Xultun, na Guatemala, murais maias representando cálculos matemáticos que iam até 7.000 anos no futuro, bem depois do previsto fim do mundo.
Rota de colisão – Na verdade, a apocalipse maia tem mais a dizer sobre a sociedade atual do que sobre os próprios maias. Apesar de continuamente desmentidas por cientistas, as teorias do fim do mundo continuam aparecendo de tempos em tempos, estejam elas registradas em livros, como as profecias de Nostradamus, ou nos hardwares de computadores, como o Bug do Milênio. Os boatos apocalípticos sempre correram mais rápido do que o desmentido científico - e agora contam com a velocidade da internet. Uma simples busca no Google pelos termos maia e fim do mundo retorna 102.000.000 resultados.
Uma das teorias mais populares que surgiram a partir da profecia maia diz respeito a Nibiru, um planeta desconhecido que iria colidir com a Terra no final de 2012. A ideia tem início nos escritos do autor azerbaijano Zecharia Sitchin. A partir de interpretações muito pessoais da mitologia babilônica, ele afirmava que a Terra teria sido colonizada por alienígenas vindo do planeta Nibiru, localizado além de Netuno e com uma órbita elíptica de 3.600 anos em torno do Sol. Apesar de contestado pelos historiadores, que diziam que sua ideia não tinha nenhuma base nos registros da Babilônia, a ideia prosperou, foi adotada por toda sorte de místicos nos anos 1990 e acoplada ao apocalipse maia.
Uma busca no Google pelas palavras Nibiru e 2012 retorna 13.600.000 resultados. A repercussão do boato sobre um planeta invisível em rota de colisão com a Terra atingiu até mesmo os cientistas da Nasa. David Morrison, pesquisador do Instituto de Astrobiologia da Nasa, diz que recebe mais de 20 e-mails por semana perguntando sobre o tema e resolveu responder ao boatos em um texto postado no site da agência. "Para um astrônomo, as declarações persistentes sobre um planeta que está, ao mesmo tempo, próximo e invisível é ridícula", escreveu. Segundo o pesquisador, se o planeta existisse teria sido visto por milhares de astrônomos amadores. Além disso, desde o começo de 2012, o planeta estaria visível para qualquer um que olhasse para o céu. "Ninguém pode esconder um planeta que vai nos atingir em um ano."
Outra teoria usada para explicar o fim do mundo próximo cita um excêntrico alinhamento cósmico que faria, no dia 21, com que a Terra, o Sol e o buraco negro no centro de nossa galáxia ficassem em uma mesma linha reta. Para os profetas, a gravidade decorrente desse processo causaria danos irrecuperáveis ao nosso planeta. Segundo a Nasa, no entanto, esse fenômeno é muito comum e não tem nenhuma consequência gravitacional bizarra. "Isso acontece todo dezembro, sem nenhuma consequência ruim, e não há nenhuma razão para esperar que 2012 será diferente de qualquer outro ano", disse David Morrison, em mais um documento em que a ciência rebate os boatos apocalíticos.
Ciência do fim do mundo — Apesar de baterem de frente com os defensores do apocalipse maia, os cientistas não afirmam que a vida humana vá durar para sempre. Ao contrário, eles sabem que a história dos Homo sapiens, e da civilização que conseguiram construir no terceiro planeta do Sistema Solar, terá de chegar ao fim - em um futuro ainda distante. Daqui a um bilhão de anos, a radiação solar deve aumentar de intensidade a ponto de queimar o que estiver vivo e evaporar toda a água da Terra. Se o homem conseguir bolar algum jeito de sobreviver, em quatro bilhões de anos a Galáxia de Andrômeda deve se chocar com a Via Láctea, causando uma série de colisões estelares. Se a Terra passar incólume, em cinco bilhões de anos o Sol se tornará uma estrela gigante vermelha, e consumirá o planeta em suas chamas.
Mas não é necessário esperar tanto tempo. No passado, extinções em massa já foram causadas pela atividade vulcânica e por mudanças climáticas. Há 65 milhões de anos, o impacto de um asteroide causou a extinção dos dinossauros. Não se sabe quando esses tipos de eventos podem voltar a acontecer. Segundo alguns cálculos, pelo menos 99% das espécies que já habitaram o planeta estão extintas. Até quando a humanidade pode driblar seu destino inescapável?
Com o avanço tecnológico, os prognósticos se tornam, paradoxalmente, menos otimistas. Por 200 milênios, os humanos foram capazes de sobreviver aos desastres naturais, mas agora começaram a criar seus próprios riscos. Foi só no século 20 que eles se tornaram capazes de criar uma tecnologia com potencial de exterminar toda a vida na Terra: a bomba atômica. Em 1947, pesquisadores da Universidade de Chicago criaram o Relógio do Juízo Final, para medir o quanto a humanidade está perto de acabar com sua própria existência. No início, só levavam em conta os perigos da guerra nuclear, mas já adotaram o aquecimento global em seus cálculos. Hoje, o relógio está a cinco minutos da meia-noite.
Segundo o astrofísico inglês Martin Rees, professor da Universidade de Cambridge e autor do livro Hora Final - Alerta de Um Cientista (Companhia das Letras), as chances de a humanidade sobreviver ao século 21 são de apenas 50%. Isso por causa do desenvolvimento de novas tecnologias que podem ter impacto global, como o terrorismo biológico e a nanotecnologia. Em 2008, pesquisadores reunidos na Universidade de Oxford para participar da Conferência de Riscos Catastróficos Globais previram o risco de extinção humana no próximo século como sendo de 19%. O próprio astrônomo inglês Stephen Hawking propôs que a humanidade deve abandonar a Terra e colonizar outros planetas se quiser escapar da extinção.
Correndo contra o tempo — Os cientistas, no entanto, não defendem que fiquemos parados frente a estes prognósticos desastrosos. Duas das mais importantes universidades do mundo já criaram centros dedicados a estudar os riscos que podem pôr fim à vida humana e a pensar, se possível, em modos de preveni-los. Em 2005, a Universidade de Oxford criou o Instituto do Futuro da Humanidade dentro de sua Faculdade de Filosofia. Em 2012, a Universidade de Cambridge uniu pesquisadores da filosofia, cosmologia e do desenvolvimento de softwares para dar início ao Centro para o Estudo do Risco Existencial.
Segundo o filósofo Nick Bostrom, diretor do centro de Oxford, existem diversos tipos de eventos que podem ameaçar a humanidade. Em um dos primeiros estudos do tipo, ele classifica os riscos conforme sua localidade e intensidade. Existem eventos locais e toleráveis, como seria o caso de um intenso apagão que atinja todo o continente americano. É claro que esse tipo de desastre é preocupante e pode levar uma parte da humanidade de volta à era pré-industrial, mas mais perigosos são os eventos globais e terminais. Bostrom chama esse tipo de evento de Risco Existencial, pois levaria à extinção do Homo sapiens.
O filósofo sustenta que os cientistas e governantes devem agir agora em relação a esses riscos, pois, quando acontecerem, não haverá tempo para reação. "Nossa abordagem aos Riscos Existenciais não pode ser a da tentativa e erro. Não existe oportunidade de aprender com o erro", escreve. Já existem diversos projetos nesse sentido. A Nasa mapeia o espaço em busca de todos os grandes asteroides e cometas que ameacem se chocar com a Terra. Pesquisadores se reúnem regularmente para estudar e inventar maneiras de combater o aquecimento global – embora os governos não costumem ajudar. Existem tratados internacionais de não proliferação de armas biológicas e nucleares. Cientistas de todas as partes do planeta fundaram grupos dedicados estudar maneiras seguras de desenvolver a nanotecnologia e a inteligência artificial.
Com tanto em jogo, cada possível cenário catastrófico deve ser analisado, por mais inverossímil que pareça. Em 1983, o astrônomo Carl Sagan escreveu um documento sobre os perigos trazidos pelas bombas nucleares cada vez mais avançadas. Ele comparou o risco de uma guerra nuclear que matasse centenas de milhões de pessoas com o risco de uma guerra que exterminasse toda a humanidade – como parecia cada vez mais provável. "Se formos calibrar a extinção em termos numéricos, temos que incluir o número das pessoas de gerações futuras, que serão impedidas de nascer. A guerra nuclear põe em perigo todos os nossos descendentes, até quando os seres humanos seriam capazes de existir", escreve. Segundo seus cálculos, a extinção representaria a morte de mais de 500 trilhões de pessoas. "A extinção é a ruína de todo o empreendimento humano", conclui Sagan. Hoje, quando os perigos criados pelo homem são maiores e mais numerosos do que a guerra nuclear, o cuidado é ainda mais necessário. Baixar a guarda pode ser fatal

do site de Http://veja.abril.com.br/noticias/ciencia

 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SPLASHHH...........- a laranja



30x40 - óleo sobre tela - huile sur toile


Splashhh ...

Fatia de limão
splahhh...
Festa de Verão
Splashhh...
Gosto de emoção
Splahhh...
Frescura de degustação
Splashhh...

Caroll Lynn

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Lotus - Noite de outono- la nuit d'automne

La nuit d'automne
 
La lune d'automne luit dans l'eau limpide.
Sur le lac du sud, je cueille des fleurs de lotus
Elles se dressent dans leurs blancheurs comme si elles voulaient me parler.
L'homme dans la barque est plongé dans une grande tristesse.
 
Li Po (poète romantique de la dinastie Tang)




Noite de outono
A noite do Outono luze nas águas límpidas.
Sobre o lago do sul, colho flores de lotus
Elas erguem-se na sua brancura como se quisessent falar-me.
O homem no barco está mergulhado numa grande tristeza.
 

Li Po ( poeta romântico da dinastia Tang)


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Os varios reinos no novo mundo


"A vida tal como vocês a vivem não é a vida. A vida real é muito diferente, e a partir do momento que vocês estejam limpos e sejam elevados a uma outra frequência vibratória, poderão começar a perceber o que é verdadeiramente a vida.

Na vida real, não há nenhuma experiência difícil, não há nenhum tormento, nenhum medo. Na vida real, não há nenhuma desarmonia! Na vida real tudo é beleza, harmonia, todos os reinos vivem em perfeita harmonia uns com os outros, mas sobretudo cada reino serve o reino seguinte, quer dizer, o reino mineral dá o melhor de si mesmo para ajudar o reino vegetal, assim como os reinos animal e humano.

De que forma o reino mineral poderá ajudar o reino humano no vosso mundo futuro? Com as extraordinárias propriedades dos minerais! Vocês conhecem-no muito pouco, e infelizmente usam com frequência muito mal tudo o que esse reino vos poderia trazer.

Dentro um tempo agora relativamente curto, os seres que viverão no novo mundo poderão realmente entrar em contacto com o reino mineral. Eles poderão perceber não só a beleza que seus olhos lhes permitirão ver, mas de certa forma eles poderão perceber a alma dos minerais. A palavra "alma" não é bem adequada, porque o mineral não tem alma como um ser humano, mas tem uma energia especial, uma energia de vida; gostaríamos de dizer que nele, como em todas as coisas vivas, há a Centelha Divina.

Vocês vão realmente aprender a conhecer tudo o que o reino mineral vos pode trazer, quer seja uma pedra preciosa, um cristal ou uma rocha, e até mesmo uma pequena pedra, pois é tão importante quanto outro mineral qualquer. Claro que não emana da rocha ou da pedra a mesma energia de um quartzo ou de um diamante. No entanto cada parte do reino mineral tem grandes especificidades e uma grande potência.

Quando vocês entrarem em contato com o reino mineral, estejam certos de que vos serão dadas grandes alegrias, porque de certa forma isso será um contato de energia para energia (não de coração a coração porque esse reino não tem coração), um contato de vibração a vibração. Portanto este reino vai trazer-nos imensas coisas tanto para agradar aos olhos como para a troca profunda que poderá ocorrer entre ele e os outros reinos.

O reino mineral tem muita utilidade para o reino vegetal. Ela permeia o solo de nutrientes de que o mundo vegetal precisa para brilhar, para estar na sua melhor forma; (na verdade, não são nutrientes mas sim energias, a que damos esse nome para vossa compreensão). Neste momento, o reino vegetal cumpre a sua missão em relação aos reinos humanos e animal.

O reino vegetal também tem uma especificidade. Emana de cada flor não apenas um perfume agradável para os seres humanos, mas também muito agradável para o reino animal. Além disso, o reino vegetal alimenta e cura os reinos animal e humano. No dia em que entrarem em comunicação telepática com o reino vegetal, compreenderão a sua imensa utilidade, o seu poder e a sua imensa importância para a vida de um planeta e de tudo o que vive sobre ele.

O reino vegetal traz o equilíbrio entre os vários reinos. Tem uma grande importância, e se amanhã ele não existisse, a vida deixaria de existir também, ou pelo menos seria muito difícil. Como poderiam viver num deserto onde nada cresce? (Nos vossos desertos, é claro, algumas plantas se adaptam, apesar de serem raras, elas conseguem trazer equilíbrio ao reino animal, e por vezes até mesmo ao reino humano que se pode alimentar delas).

Quando vocês estiverem no próximo ciclo, estarão muito mais em relação telepática, vibratória, e até "emocional", não no emocional como vivem os humanos, mas no sentir da vibração Amor que emanará dos reinos mineral e vegetal.

Estes dois reinos têm, por isso, uma grande utilidade ao equilíbrio da vida.

Vamos agora falar do reino animal.

É um reino que vocês não conhecem bem! Não imaginam até que ponto pode have rnele inteligência e Amor. Muitas vezes, os seres humanos dizem que os animais não têm alma. Nós dizemos: os animais têm uma alma!

Mesmo que essa alma seja diferente da vossa a nível da criação, da inteligência, cada animal tem uma alma, uma pequena parte de energia inteligente que regista imensas coisas, situações, elementos afetivos e memórias, porque os animais têm memória. Um animal tem imenso Amor, mas muitas vezes vocês não conseguem perceber ou sentir o Amor que ele vos pode dar. Vocês consideraram sempre um animal como um simples animal, mas nós dizemos que os animais são como vossos irmãozinhos. Todo o Amor que vocês puderem dar a este reino permitirá que ele progrida mais rápido, que fortaleça a pequena célula de energia, na qual todas as suas experiências se imprimem e que vocês podem considerar como o início de uma alma.

Todo o Amor que vocês puderem dar aos animais será devolvido à alma grupo de cada espécie, e às vezes mais além disso, porque um animal não poderá fundir-se na alma grupo se desenvolveu essa pequena célula de energia o suficiente, se a impregnou o suficiente, se imprimiu nela o Amor e da beleza e toda a memória que existe no reino animal. Se assim não for, ele não irá passar de alma grupo.

O seu próximo ciclo será o da alma humana. "A alma" do animal, portanto, irá para um plano onde será preparada para investir num corpo material. Obviamente, do reino animal para um corpo humano material e para a alma humana, há uma preparação nos mundos não-físicos, nos mundos invisíveis do espírito, para reforçar essa pequena alma de modo que, quando tomar um corpo físico, não fique demasiado perturbada.

Isso só poderá acontecer se o animal, seja qual for a sua espécie, tiver recebido grande Amor do reino humano. Se assim não for, ele irá misturar-se na alma grupo até que ela seja forte o suficiente para ter uma alma e um corpo humano.

Em breve, no próximo ciclo, os homens corresponderão permanentemente e telepaticamente com o reino animal. Nessa altura, os animais serão realmente considerados como irmãos dos homens.

A telepatia, ou seja, a capacidade de comunicar por pensamento, é algo que existe em todo o universo. Neste momento, só neste mundo a telepatia está adormecida. Imaginem simplesmente que vocês vieram a uma escola extremamente difícil, que se pode assemelhar a uma prisão em comparação com o que vos espera e que vocês deixaram, porque muitos de vocês se ofereceram voluntariamente para encarnar neste final de ciclo para viverem a transição, principalmente para viverem a energia desta transição.

A Terra seguinte verá a perfeita harmonia entre os reinos. O reino animal que voltar a este mundo será constituído por almas animais que conheceram o Amor e que escolheram viver neste reino, porque ele também traz evolução; aliás, todos os reinos trazem evolução.

A alma humana não poderá, por prazer, assumir uma forma animal, mas no mundo futuro uma alma humana poderá entrar em simbiose, em unidade perfeita com um animal para poder viver o que vive e sentir o que ele sente. Por seu turno, o animal sentirá um pouco o que corresponde ao homem, e poderá também sentir as "emoções" e as alegrias do homem. No novo mundo, a relação entre os vários reinos será totalmente diferente do que é atualmente.

Entretanto vocês já se deram conta que aqueles a que chamam animais estão a tornar-se cada vez mais inteligentes. Vocês percebem que eles vos entendem. Os vossos animais de estimação olham-vos com grande Amor.

Se vocês se dirigirem, sem qualquer medo, aos animais que chamamos "livres" e que vocês chamam "selvagens", eles poderão sentir igualmente Amor por vocês, como vocês podem sentir Amor por eles. Os animais livres, as feras por exemplo, sentem o medo que os homens têm deles. Pela lei da ressonância, esse medo desenvolve neles uma espécie de agressividade e, nessa altura eles podem tornar-se perigosos para os seres humanos.

No novo mundo que vos espera e que está preparado para vocês em outro plano, tudo será diferente, por isso devem preparar-se para essa diferença. Devo dizer-vos que tudo o que pertence à terceira dimensão permanecerá na terceira dimensão. Vocês não levarão convosco nenhuma preocupação, nenhuma tristeza, nenhum sofrimento, nem sequer levarão as vossas recordações, sobretudo as dolorosas.

Por outro lado vocês podem, como num grande livro, percorrer as porções de vidas que viveram, porque tudo fica impregnado na vossa alma: o menor pensamento, o menor sofrimento, assim como todas as grandes alegrias. Poderíamos dizer que estão impregnadas nas vossas células humanas, mas isso não terá importância nenhuma porque elas ficarão na terceira dimensão.

Para estarem bem preparados para integrarem este novo mundo, é preciso que cortem o mais possível com tudo o que podem ter sido sofrimentos, medos, tristeza, desde que assumiram um corpo humano, desde a mais tenra infância até à idade que vocês têm atualmente.

Para saberem se a limpeza foi bem feita, vocês devem-se projetar no vosso passado e ver se há ainda há sofrimento relativamente a esta ou àquela circunstância, ver se a impregnação não é demasiado forte, se ainda há medos, tristeza, e então pedirem à vossa Divindade, ao vosso Ser Divino, que consuma tudo isso com a sua Luz e o seu Amor.

Recomendamo-vos que façam este exercício tantas vezes quanto possível, mesmo que tenham a impressão de que tudo está limpo, que tudo está claro em vocês, porque o vosso ego e o vosso mental, por vezes esconde-vos as realidades. Pedimo-vos que se preparem, que se elevem ao nível da consciência e que se preparem realmente para o mundo que vos espera, o mundo que cada um de vocês espera com toda a sua força. "


Pode reproduzir este texto e dar cópias sob as seguintes condições:
   
· Que não seja cortado
· Que não haja nenhuma alteração de conteúdo
   Que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
   Que o nome de Monique Mathieu seja mencionado
 
 
 

sábado, 20 de outubro de 2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Inicio, auge et queda das civilizações


"Em cada planeta, a vida está em relação com os grandes ciclos de vida que correspondem ao percurso do sistema solar e da Mãe Terra, assim como da sua extraordinária viagem na vossa Galáxia."

Nesta época, a vossa civilização, a vossa Mãe Terra e o vosso sistema solar terminam um grande ciclo. Vocês conhecem este ciclo de 26.920 anos que encontram nas tradições e em muitos escritos que explicam os ciclos planetários e do sistema solar.

A cada ciclo de 26.920 anos há sempre um início de civilização com uma compreensão diferente (às vezes, o começo é um pouco difícil). Depois, existe o auge e a seguir a queda dessas civilizações.

Porquê três períodos em cada ciclo? Porquê um começo, a subida para o auge e de seguida o declínio?

Estes ciclos correspondem ao percurso que as almas devem fazer na sua encarnação. É claro que, no percurso de uma alma, existem mil e uma possibilidades, mil e um corpos que lhe permitem experimentar a vida neste mundo, noutros mundos e fora dos mundos da matéria.

Então porquê certas civilizações que chegaram ao auge foram, de certa forma, "obrigadas" a viver um declínio? Na verdade, não existe obrigação real, mas os seres humanos que encarnam neste mundo têm diferentes níveis de consciência (actualmente existem grandes diferenças entre os níveis de consciência dos seres humanos). Isso cria importantes desfasamentos e automaticamente a dualidade, mal-entendidos, guerras, e finalmente, o poder tomando sempre o controle da civilização, há uma queda inevitável. Esta queda não diz respeito, no entanto, a todos os seres que vivem numa civilização em declínio. Na verdade não há queda, há uma mudança permanente de consciência, de veículo de manifestação, de densidade e de nível de vibração, etc.

De momento, vocês vivem coisas absolutamente extraordinárias, muito mais extraordinárias que durante o período anterior (há 26.920 anos), porque no período em que vocês vivem, vocês vão realmente viver não apenas uma mudança de ciclo, mas também uma mudança vibratória excepcional. Vocês vão mudar de dimensão, enquanto nos ciclos anteriores em que a terra e o sistema solar viveram, não houve mudança de dimensão, houve simplesmente mudanças de ciclo que se repetem regularmente.

A diferença é que tudo vai subir mais um patamar muito importante, porque faz parte da programação do vosso mundo, da programação do vosso sistema solar, da programação do vosso sol e além mais.

As almas encarnam neste mundo desde há milhões de anos, mas cada período corresponde as experiências que essas almas vão ter de viver.

Actualmente, vocês estão muito diferentes dos seres que viveram na Hiperbórea, no continente Mu, na Atlântida, etc. Alguns daqueles que viveram durante esses períodos eram muito mais etéreos do que vocês, sobretudo aqueles que tinham o conhecimento, como os filhos da Lei de Um na Atlântida e também aqueles que estavam realmente na consciência superior, na consciência espiritual e que viveram noutros períodos e noutros continentes.

Esses seres tinham um corpo sem formas generosas, muito delgados e maiores, com uma densidade menor em relação à vossa. A cabeça era grande e alongada para trás. O cérebro era considerável, menos comprimido na caixa craniana que o vosso. Todas as glândulas do corpo funcionavam perfeitamente, o que não é o caso dos seres humanos de hoje.

O que o ser humano actual é, provem de uma degeneração pelo facto de os homens não estarem mais conectados com a sua própria divindade e sua alma.

Tudo está programado! Vocês não podem imaginar até que ponto tudo o que é vida está programado, quer seja na vossa Terra, noutros planetas ou mesmo o vosso sol !

Vocês têm a capacidade de evoluir ao vosso próprio ritmo, e aqueles que compreenderam, têm um livre arbítrio relativamente restrito. Nada é imposto a respeito da vossa própria evolução e do ritmo que vocês querem adoptar para conseguirem realmente sair da vossa densidade e das vossas experiências na terceira dimensão.

Voltando aos ciclos planetários. Na época actual, a vossa Terra e o vosso sistema solar encontram-se no mesmo lugar onde estavam há 26920 anos atrás, sitio onde vão entrar numas energias consideráveis que permitirão uma maior evolução para a consciência humana e toda a vida na Terra. A evolução será maior, o desenvolvimento da consciência dos seres humanos será mais importante.

Este ciclo, ao contrário do último, irá impulsionar-vos para uma dimensão mais elevada, para a quinta, e até mesmo para a sexta, para alguns de vocês.

Na sexta dimensão a vossa densidade será completamente diferente da actual, e até a da quinta dimensão. Vocês serão Seres que poderão parecer "inconsistentes", muito mais transparente.

Em fim de programa, muitas coisas são colocadas no lugar. Colocadas por quem? Por seres humanos? Não! Vocês têm a impressão que são os donos do jogo, que dominam o vosso planeta, que podem fazer tudo sobre ele e nele, mas no fundo o vosso poder é ínfimo.

Aqueles que programaram a vida neste mundo com todas as experiências que devem viver as almas, também programaram a "recuperação", a reestruturação de tudo o que foi sujo, danificado. A degradação existe nos vossos mares e sobre a terra, mas pode ser facilmente "reparada". "Isto terá lugar no final do programa estabelecido para a elevação das almas e das consciências neste mundo".

Pode reproduzir este texto e dar cópias sob as seguintes condições:
· Que não seja cortado
· Que não haja nenhuma alteração de conteúdo
· Que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
Que o nome de Monique Mathieu seja mencionado

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A ter em conta.....

Civilizações

Fim do império maia foi soma de mudanças climáticas, desmatamento e colapso do comércio

Segundo estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram

Ruínas de Chichén Itzá na cidade arqueológica maia, no estado mexicano de Yucatán
Ruínas de Chichén Itzá, no México. Novo estudo afirma que colapso do império foi causado por soma de fatores. (Divulgação)
Há cerca de 1.300 anos, o império maia começou a entrar em colapso. Três séculos depois, veio o fim. Sobraram apenas enormes pirâmides e templos para atestar sua existência.
A decadência da civilização é um dos grandes mistérios da arqueologia. As teorias mais divulgadas apontam que mudanças climáticas, que provocaram secas devastadoras, foram responsáveis pelo desaparecimento da civilização.

Saiba mais

IMPÉRIO MAIA
O império maia, localizado onde hoje ficam a Guatemala, Honduras e o México, chegou ao auge no século 6 d.C. Sua população construiu templos, cidades e enormes pirâmides. Por volta do ano 900 d.C., o império entrou em colapso, após enfrentar um período de declínio que durou quase dois séculos. Cidades e vastas áreas foram abandonadas pela população. Os arqueólogos especulam se o declínio da civilização foi provocado por secas, desmatamento, guerras, doenças, colapso do comércio ou uma soma de todos esses fatores. (Fonte: Nasa)
Agora, um novo estudo, publicado nesta terça-feira no periódico científico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), afirma que não foi apenas a seca que desempenhou papel chave na destruição. Alterações humanas no ecossistema, como o desmatamento, e a decadência de rotas comerciais também foram fundamentais para o colapso.
"Este estresse ambiental foi complementado por uma mudança no comércio de toda a península, o que reduziu a economia e o poder da elite dominante para manter a infraestrutura dos meios de subsistência", disse B. L. Turner Turner, um cientista Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos (EUA) e um dos autores do estudo ao lado de Jeremy A. Sabloff, presidente do Instituto Santa Fé, um centro que estuda as relações do homem com a natureza. .
Segundo Turner, essa decadência, somada à decisão de abandonar as terras baixas do império, em vez de manter o investimento, acelerou o colapso.
Os autores dizem que essa teoria reconhece o papel das mudanças climáticas e aquelas provocadas pelo homem, mas também reconhece o papel do comércio e das decisões tomadas pelos maias.
Segundo o estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram. "A única maneira de explicar essa variação é adotar uma visão complexa do sistema", diz o artigo.
Os cientistas afirma que o caso dos maias é um incentivo para o uso de analogias paleo-históricas para entender as atuais mudanças ambientais


texto visto no site http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia
 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

FW: A confirmação do que já sabíamos





Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade

Marco Túlio Pires
Epilepsia: especialistas estimam que 2% da população brasileira tenha a doença
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas (Thinkstock)
O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Divulgação
Philip Low
Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito? Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência? Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.




 



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ociosidade sagrada

                                         Ociosidade Sagrada - 100x60 - oloeo sobre tela - 2010


O trabalho nem sempre é exigido aõ homem
Há algo que se chama Ociosidade sagrada,
Que é, hoje em dia,
Terrivelmente negligenciado.


Geoge Mc Donald (1824-1905)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PAZ





154 – As ilhas (a-b) – 2 de 60x100 – 2010 – óleo sobre tela
 
Sobre os cumes de todas as montanhas,
Há paz.
Sobre o topo de todas as arvores,
Percebe-se, vago,
Um sopro.
As avezitas da floresta estão silenciosas.
Espera: em breve, também tu terás paz.
Goethe (1749 -1832)



 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Olha bem!


Olha Bem

Olha bem para este dia ! pois é a vida,
A verdadeira vida da vida.
É breve, pois contem toda a variedade e realidade da existência:
A bênção do crescimento, a gloria da acção
O esplendor do belo
Pois o ontem é já sonho
E amanha apenas visão,
Mas hoje,bem vivido
Faz de todo o ontem um sonho de felicidade
E de cada manha uma visão de esperança. olha bem, por isso, para este dia
Tal é a saudação da manha.

(Sanscrito)

Olhares - 50x70 - 2009 - oleo sobre tela


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Transformar o mundo

"Se você quer transformar o mundo,
mexa primeiro em sur interior "

Dalai Lama