...

Gota de luz dourada, ponto ínfimo, esvoaçando junto ás estrelas na imensidão do Universo, de constelações em galaxias, de sonhos em emoções, de fantasias em imaginação ...


Goutte de lumière dorée, point infime, virevoltant avec les étoiles dans l'immensité de l'Univers,de contellations en galaxies, de rêves en émotions, de fantaisies vers l'imagination ...






segunda-feira, 30 de maio de 2011

Música

Tango - 50x70 - óleo sobre tela - 2009




A dança é uma das formas mais perfeita de comunicação com a infinita inteligência.


Paulo Coelho



La danse est l'une des formes les plus parfaites de communication avec l'intelligence infinie


Paulo Coelho

sábado, 14 de maio de 2011

Rose time

Rose time - 55x65 - oleo sobre tela 2011


Oh ! esta é a alegria da rosa :

floresce

e desaparece


Willa Cather (1873-1947)

in "In rose time"

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Papoilas

Papoilas - 80x60 - Oleo sobre tela - 2007




J'ai descendu dans mon jardin (bis)

Pour y cueillir du romarin

Gentil coquelicot, mesdames

Gentil coquelicot nouveau





J'n'en avais pas cueilli trois brins (bis)

Qu'un rossignol vint sur ma main

Gentil coquelicot, Mesdames

Gentil coquelicot




Il me dit trois mots en latin (bis)

Que les hommes ne valent rien

Gentil coquelicot , mesdames

Gentil coquelicot



Que les hommes ne valent rien (bis)

Et les garçon encore moins bien

Gentil coquelicot, mesdames

Gentil coquelicot





Des dames, il ne me dit rien (bis)

Mais des d'moiselles beaucoup de bien

Gentil coquelicot, mesdames

Gentil coquelicot.


Antiga cantiga infantil popular francesa

domingo, 8 de maio de 2011

Ramo de Rosas

Ramo de rosas


90x40 - oleo sobre tela - huile sur toile


quarta-feira, 4 de maio de 2011

As rosas

151- Douceur de Roses

90x60 - oleo sobre tela - 2008



As rosas



Rosas que desabrochais,

como os primeiros amores,

Aos suaves resplendores

Matinais;



Em vão ostentais, em vão,

A vossa graça suprema;

De pouco vale; e a diadema

Da ilusão.



Em vão encheis de aroma o ar da tarde;

Em vão abris o seio humido e fresco

Do sol nascente aos beijos amorosos;

em vão ornais a fronte a meiga virgem;

Em vão, como penhor de puro afeto,

como um elo das almas,

Passais do seio amante ao seio amante;

La bate a hora infausta

Em que é força morrer, as folhas lindas

Perdem o vicio da manha primeira,

As graças e o perfume.

Rosas que sois então? restos perdidos.

Folhas mortas que o tempo esquece e espalha

brisa do inverno ou mão indiferente.



tal é o vosso destino,

Ó filhas da natureza;

Em que vos pese a beleza,

Pereceis;



Mas, não... se a mão de um poeta

vos cultiva agora, ó rosas,

Mais vivas, mais jubilosas

Florescereis.



Machado de Assis (1839 - 1908)

in "Crisalidas"